quinta-feira, 27 de outubro de 2011

A vida e curta mano , e nela eu to de passagem...

Porque o guerreiro de fé nunca gela, não agrada o injusto, e não amarela, o Rei dos reis, foi traído, e sangrou nessa terra. Mas morrer como um homem é o prêmio da guerra. Mas ó, conforme for, se precisar, afogar no próprio sangue, assim será. Nosso espírito é imortal, sangue do meu sangue, entre o o corte da espada e o perfume da rosa. Sem menção honrosa, sem massagem. A vida é loka nêgo, e nela eu tô de passagem;

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